EXPOSIÇÃO HOMENAGEIA OS 200 ANOS DA IMPRENSA
Terça-feira próxima, 10 de junho, às 16 horas, a Fundação Joaquim Nabuco inaugura, em sua sede, no Recife, a exposição documental Imprensa no Brasil: arte, história, ofício. O evento, alusivo aos 200 anos da imprensa nacional, vai mostrar aspectos documentais, inclusive com a exposição de prensas antigas, velhos periódicos, cordéis e exibição de vídeos, mostrando a importância da imprensa para a formação política da nação brasileira. A mostra, na Galeria Massangana, no bairro de Casa Forte, ficará aberta ao público até o dia 6 de julho. Imperdível.
Escrito por Paulo Gustavo às 09h05
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A “CONFUSÃO” DE ONTEM NO ESTÁDIO DOS AFLITOS
Todos viram pela TV a agressividade do jogador do Botafogo no campo dos Aflitos, no Recife. Não bastasse isso, resistiu às ordens que lhe foram dadas, desacatou a polícia e desrespeitou o público com um gesto obsceno. Agora, de “réu” passa a “vítima”, apadrinhado pelo próprio time e pelo presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro. Este último, num evidente excesso, deseja simplesmente que não se realizem mais jogos em Pernambuco. Ora, a inversão “natural” de valores é clara. Desacato à autoridade, parta de quem partir, deve parar mesmo na delegacia. Por que um jogador de futebol estaria acima da lei? Nem Pernambuco nem o Náutico nem a nossa PM merecem ser punidos pelo estrito cumprimento da lei e do dever. Não houve abuso da Polícia Militar, houve, sim, um jogador abusado, como se pôde ver nas imagens da televisão.
Escrito por Paulo Gustavo às 10h43
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COMPENSE O ESTRESSE!
Os especialistas em estresse e sobrecarga de trabalho recomendam algo extremamente simples: reservar um tempo para o prazer de fazer o que mais se gosta, seja uma partida de buraco, seja uma caminhada, seja lendo, seja blogando. Trata-se de uma questão de sobrevivência e de auto-estima esse tempo de gratuidade e satisfação. Dessa forma, é possível se encontrar uma contrapartida para as exigências e o peso do cotidiano. É preciso que tenhamos, com certa periodicidade, esse tempo amoroso com nós mesmos. É preciso essa forma de compensação. Não é preciso compensações mirabolantes e irrealizáveis, mas aquelas ao nosso alcance e que agradem à nossa mente. Isso, além de recarregar as baterias, renova a disposição mental para as contínuas exigências do cotidiano. Não é, como se poderia apressadamente pensar, um tempo inútil, mas essencial. Precisamos — como diria Guimarães Rosa — desses “barquinhos de papel” para atravessar os longos e cansativos mares do dia-a-dia.
Escrito por Paulo Gustavo às 09h54
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